O ciclo anual e fenologia da Oliveira.
10 janeiro/fevereiro/março 2017
o l i v i c u l t u r a
Ciclo vegetativo
Ao final do inverno / princípio da primavera,
o reinício da atividade vegetativa, que se encontrava
inibida pelas baixas temperaturas,
marca o início do ciclo anual da oliveira (Figura
1). O crescimento vegetativo mantém-
-se ativo, não existindo fatores de stresse e
com as temperaturas entre os 10 e os 35 °C.
O crescimento em olivais de sequeiro prolonga-
se até que as reservas hídricas do solo
permitam à planta as trocas gasosas inerentes
aos processos de evapotranspiração ou
até que a temperatura máxima não ultrapasse
os 35 °C, o que provoca, mesmo em olivais
com rega, o fecho dos estomas. No verão,
em olivais regados, também ocorre uma
redução no crescimento vegetativo devido
à menor atividade fotossintética durante as
horas de calor mais intenso. Esta redução do
crescimento é maior ou menor, de acordo
com a variedade e a temperatura máxima.
A partir do mês de setembro, a diminuição
da temperatura máxima permite às plantas
iniciarem o crescimento outonal (Figura 1).
Nos olivais em sequeiro, esta segunda fase
do crescimento pode ser bastante modesta,
por estar também condicionada pela distribuição
e pela quantidade de precipitação
outonal. Independentemente do tipo de olival,
o crescimento vegetativo na primavera
é normalmente mais intenso e vigoroso do
que o crescimento no outono. Com a diminuição
das temperaturas no final do outono
diminui também a taxa de crescimento e a
oliveira entra progressivamente em repouso
até à primavera seguinte.
Fenologia do crescimento
vegetativo
A fenologia estuda a sequência dos eventos
do ciclo anual de uma cultura que estão condicionados
pelo ambiente. Cada fenofase
está associada com uma determinada etapa
de desenvolvimento da planta, o que fornece
uma medida das condições ambientais
prevalecentes em cada ano. A classificação
dos estados fenológicos recomendada é a
escala BBCH adaptada à oliveira por permitir
um acompanhamento detalhado de todo
o ciclo anual.
A oliveira reinicia o crescimento vegetativo
pelos gomos terminais localizados nos
O ciclo anual da oliveira,
a fenologia e as práticas
culturais no olival
A integração do conhecimento gerado pelas várias disciplinas é imprescindível numa agricultura
sustentável para minimizar os gastos e otimizar a produção no olival e no lagar. A realização
das práticas culturais deve estar determinada pelas etapas do ciclo anual da oliveira
e não apenas pelo calendário. Em cada ano (crescimento vegetativo, floração e maturação),
a descrição da fenologia facilita a identificação das etapas críticas.
Figura 1 – Representação esquemática do crescimento vegetativo e do ciclo reprodutivo
da oliveira em olivais com rega e em sequeiro (adaptado de Inês, 2016).

(Figura 1). Em anos de floração muito intensa
pode verificar-se um comportamento
misto nos gomos terminais: diferenciação
de inflorescências e crescimento vegetativo;
ou apenas diferenciação de inflorescências
(Figura 4).


Figura 2 – Gomos vegetativos terminais (à esquerda) e gomos axilares (à direita) de
oliveira (fotos de Carla Inês).
ápices dos ramos formados no ano anterior.
Estes apresentam uma forma pontiaguda semelhante
a uma lança (Figura 2). Na fase inicial,
estas estruturas começam por aumentar
de volume, separam-se da base mediante um
pedúnculo e progressivamente novas folhas
vão surgindo. Ao longo do ciclo anual, a estrutura
meristemática terminal mantém-se
em atividade, porém alguns gomos axilares
nos ramos desse ano podem também iniciar
o crescimento, provocando a ramificação
dos lançamentos. Estes gomos axilares que
não experimentaram endodormência e onde
também ocorre crescimento vegetativo são
denominados de gomos prontos.
Ciclo reprodutivo
O ciclo reprodutivo da oliveira é bienal, porém,
existe a produção de frutos todos os
anos, o que implica que num mesmo ano
ocorram dois ciclos reprodutivos (Figuras 1
e 3). A simultaneidade, no mesmo ano, dos
processos vegetativos e reprodutivos origina
fenómenos de competição pelos produtos
elaborados na fotossíntese. De forma semelhante,
uma poda excessiva realizada durante
o período de paragem invernal pode comprometer
a produção de frutos na próxima
campanha, em consequência do excessivo
vigor vegetativo dos novos rebentos.
Num primeiro ano, em resultado do crescimento
vegetativo, ocorre a formação de lançamentos
constituídos por entrenós, folhas
e, nas suas axilas, gomos. Durante o verão,
e até ao repouso invernal, os gomos axilares
passam por um processo químico/fisiológico
denominado indução floral. O frio do inverno
tem um importante papel para a quebra
da endodormência dos gomos induzidos.
As folhas são os órgãos da oliveira que têm a
capacidade de percecionar o frio e, como tal,
condições culturais ou ambientais que induzem
à desfoliação da copa interferem com a
satisfação das necessidades de frio e com a
capacidade dos gomos para expressar o seu
potencial reprodutivo.
Num segundo ano, e nos lançamentos do
ano anterior, ocorre a floração, o vingamento,
o crescimento e a maturação dos frutos
(Figura 1). Em anos de floração muito intensa
pode verificar-se um comportamento
misto nos gomos terminais: diferenciação
de inflorescências e crescimento vegetativo;
ou apenas diferenciação de inflorescências
(Figura 4).
Fenologia do
desenvolvimento floral
A temperatura condiciona o ritmo de desenvolvimento
floral. Temperaturas mais elevadas
aceleram estes processos, reduzindo
a duração das fenofases da diferenciação
floral e antecipando os estados fenológicos.
Pela importância destas etapas no ciclo produtivo,
é essencial assegurar que os olivais
não passem por stresse hídrico, principalmente
após invernos ou primaveras secas.
A floração da oliveira, em Portugal, ocorre
entre abril a junho, consoante a região,
sendo mais tardia em Trás-os-Montes. O
período de floração das variedades é uma
característica varietal, mas está condicionada
em cada ano pelas condições climáticas.
Por exemplo, anos que a temperatura máxima
aumenta gradualmente neste período
permitem uma maior diferenciação entre
variedades comparativamente a anos com
uma subida brusca da temperatura. Entre as
variedades com floração mais temporã estão
‘Azeitoneira’, ‘Negrinha’ e ‘Arbequina’;
e entre as mais tardias estão ‘Verdeal de Serpa’,
‘Verdeal de Trás-os-Montes’ e ‘Galego
Grado de Serpa’.
Os tratamentos fitossanitários a aplicar na
primavera deverão ser realizados antes da
floração ou após a frutificação, para assim
não comprometer a dispersão do pólen e o
vingamento do fruto.
O início da rega do olival em cada ano está
condicionado pela distribuição da precipitação,
sendo desejável o conhecimento da
evolução da humidade do solo. Os olivais
que apresentem stresse hídrico na primavera
apresentarão maior proporção de flores imperfeitas,
menor quantidade de frutos vingados
e maior competição entre os frutos.
Figura 3 – Ramo de oliveira. Ano n e ano
n+1 (foto de Carla Inês).
Figura 4 – Oliveira em plena floração
(foto de A.M. Cordeiro).
Figura 2 – Gomos vegetativos terminais (à esquerda) e gomos axilares (à direita) de
oliveira (fotos de Carla Inês).
12 janeiro/fevereiro/março 2017
o l i v i c u l t u r a
Crescimento dos frutos
O fruto da oliveira, a azeitona, botanicamente
é uma drupa constituída por epicarpo,
mesocarpo ou polpa e endocarpo ou caroço
que no seu interior contém uma ou duas
sementes. Na etapa inicial de formação do
fruto ocorre a formação da semente e uma
divisão celular intensa no mesocarpo onde
posteriormente se irá acumular o azeite. Tradicionalmente,
considera-se que esta fase
finaliza com a lenhificação do endocarpo.
Após a abertura das flores e a libertação do
pólen ocorre a queda das flores imperfeitas
e perfeitas não fecundadas e dos frutos com
o crescimento mais atrasado (Figura 5).
A curva de crescimento do fruto apresenta
a forma sigmoidal. A primeira fase, de crescimento
rápido, coincide com a formação da
semente e a divisão celular no mesocarpo e
finaliza com a lenhificação do caroço; a segunda
fase, de crescimento rápido, coincide
com a biossíntese e a acumulação de azeite
na polpa da azeitona e finaliza com o início
da maturação (manchas violáceas no epicarpo
dos frutos) pois os acréscimos vão progressivamente
diminuindo na maturação.
A acumulação de gordura tem início em julho,
após o endurecimento do endocarpo, e
prolonga-se até ao final da maturação dos
frutos. O período de crescimento e desenvolvimento
do fruto da oliveira é, comparativamente
ao de outras fruteiras de caroço, muito
prolongado (de 6 a 7 meses), existindo diferenças
devidas às variedades, as condições
culturais e a quantidade de frutos nas árvores.
Durante as etapas do crescimento do fruto,
a epiderme da azeitona pode apresentar
até quatro tonalidades. A cor verde intensa,
característica dos frutos durante o verão; a
cor verde amarelada ao final de setembro/
/outubro, mais evidente em variedades como
‘Azeitoneira’, ‘Maçanilha de Tavira’, ‘Verdeal
de Elvas’ e ‘Planalto’ e menos evidente,
por exemplo, em ‘Conserva de Elvas’, ‘Quinta
do Portado’ e ‘Santulhana’. O aparecimento
de manchas violáceas nos frutos marca o
início da maturação e pode começar junto ao
ápice, na região de inserção do pedúnculo,
ou aleatoriamente. Ao longo da maturação, a
acumulação de antocianinas aumenta e progride
a coloração violácea na epiderme até ficar
totalmente negra em algumas variedades.
Cada variedade apresenta um padrão geneticamente
determinado de coloração dos
frutos, mas que está condicionado pelas condições
climáticas observadas em cada ano,
pela produção de frutos em cada oliveira e
pelo estado sanitário.
A época de maturação é uma característica
varietal, existindo variedades temporãs:
‘Azeitoneira’, ‘Blanqueta’ e ‘Lentrisca’; e variedades
tardias: ‘Verdeal de Serpa’, ‘Verdeal
de Elvas’ e ‘Verdeal de Trás-os-Montes’.
A oportunidade de realização de tratamentos
fitossanitários no olival, na fase final
do crescimento e maturação do fruto, deve
ter em consideração a data prevista para a
colheita. As formulações comercializadas
apresentam diferentes intervalos de segurança
que têm de ser respeitados para a segurança
dos consumidores.
A data da colheita deve ser determinada em
função do destino da azeitona (azeitona de
mesa ou azeite), da queda natural (elevada
em ‘Azeitoneira’ e ‘Blanqueta de Elvas’),
do teor de gordura acumulada e dos riscos
climáticos e fitossanitários decorrentes de
manter os frutos na árvore.
A colheita da azeitona de mesa, tradicionalmente,
realiza-se com a azeitona no estado
verde. Na atualidade, tem boa aceitação a
azeitona mista e a azeitona negra (‘Galega vulgar’).
Importante é a obtenção de frutos com
qualidade sanitária, isentos de mosca. Para
além disso, os frutos devem apresentar rigidez
de polpa, o que favorece a conservação.
Na colheita da azeitona para azeite, a data
condiciona as características físico-químicas
e organoléticas do azeite, obtendo-se os
azeites mais frutados, aromáticos e verdes
no início da maturação e azeites mais doces
e amarelados no final da maturação. A qualidade
do azeite é determinada na oliveira,
mas está condicionada, ainda no campo,
pelo método de colheita e pelo transporte até
ao lagar. Aqui, a qualidade está condicionada
pelo armazenamento da azeitona até à laboração,
o método de extração do azeite, os
cuidados na sua conservação no lagar e por
toda a cadeia de comercialização.
António Manuel Cordeiro,
Carla Sofia França Inês
INIAV, I.P.
Bibliografia
Inês, C. 2016. Variedades de Olivo: Caracterización
de los Primeros Estadios del Desarrollo
Vegetativo y Reproductivo y Caracterización
Agronómica. Tese de Doutoramento. Universidade
de Extremadura, Espanha.
Cordeiro, A.M.; Inês, C.; Morais, N. 2014. Principais
Cultivares de Oliveira Existentes
em Portugal, pp. 44-54. In: Boas Práticas no
Olival e no Lagar. Coordenador Científico P.
Jordão. Editor: INIAV, I.P. (ISBN: 978-972-
579-041-0).
Cordeiro, A.M.; Calado, M.L.; Morais, N. 2013.
As variedades de oliveira. In: O Grande Livro
da Oliveira e do Azeite. Portugal Oleícola, p.
174-187. Coordenador: J. Böhm. Ed. Dinalivro
editora, Lisboa (ISBN: 978-972-576-
620-0).
Cordeiro A.M.; Ramos, A.; Martins, P.; Matias,
H.; Rogado, B.; Silva, M. e Calado, L.- 2002.
Épocas de floração de variedades de oliveira
em diferentes regiões olivícolas. Melhoramento,
38:215-222.
Figura 5
12 janeiro/fevereiro/março 2017
o l i v i c u l t u r a
Crescimento dos frutos
O fruto da oliveira, a azeitona, botanicamente
é uma drupa constituída por epicarpo,
mesocarpo ou polpa e endocarpo ou caroço
que no seu interior contém uma ou duas
sementes. Na etapa inicial de formação do
fruto ocorre a formação da semente e uma
divisão celular intensa no mesocarpo onde
posteriormente se irá acumular o azeite. Tradicionalmente,
considera-se que esta fase
finaliza com a lenhificação do endocarpo.
Após a abertura das flores e a libertação do
pólen ocorre a queda das flores imperfeitas
e perfeitas não fecundadas e dos frutos com
o crescimento mais atrasado (Figura 5).
A curva de crescimento do fruto apresenta
a forma sigmoidal. A primeira fase, de crescimento
rápido, coincide com a formação da
semente e a divisão celular no mesocarpo e
finaliza com a lenhificação do caroço; a segunda
fase, de crescimento rápido, coincide
com a biossíntese e a acumulação de azeite
na polpa da azeitona e finaliza com o início
da maturação (manchas violáceas no epicarpo
dos frutos) pois os acréscimos vão progressivamente
diminuindo na maturação.
A acumulação de gordura tem início em julho,
após o endurecimento do endocarpo, e
prolonga-se até ao final da maturação dos
frutos. O período de crescimento e desenvolvimento
do fruto da oliveira é, comparativamente
ao de outras fruteiras de caroço, muito
prolongado (de 6 a 7 meses), existindo diferenças
devidas às variedades, as condições
culturais e a quantidade de frutos nas árvores.
Durante as etapas do crescimento do fruto,
a epiderme da azeitona pode apresentar
até quatro tonalidades. A cor verde intensa,
característica dos frutos durante o verão; a
cor verde amarelada ao final de setembro/
/outubro, mais evidente em variedades como
‘Azeitoneira’, ‘Maçanilha de Tavira’, ‘Verdeal
de Elvas’ e ‘Planalto’ e menos evidente,
por exemplo, em ‘Conserva de Elvas’, ‘Quinta
do Portado’ e ‘Santulhana’. O aparecimento
de manchas violáceas nos frutos marca o
início da maturação e pode começar junto ao
ápice, na região de inserção do pedúnculo,
ou aleatoriamente. Ao longo da maturação, a
acumulação de antocianinas aumenta e progride
a coloração violácea na epiderme até ficar
totalmente negra em algumas variedades.
Cada variedade apresenta um padrão geneticamente
determinado de coloração dos
frutos, mas que está condicionado pelas condições
climáticas observadas em cada ano,
pela produção de frutos em cada oliveira e
pelo estado sanitário.
A época de maturação é uma característica
varietal, existindo variedades temporãs:
‘Azeitoneira’, ‘Blanqueta’ e ‘Lentrisca’; e variedades
tardias: ‘Verdeal de Serpa’, ‘Verdeal
de Elvas’ e ‘Verdeal de Trás-os-Montes’.
A oportunidade de realização de tratamentos
fitossanitários no olival, na fase final
do crescimento e maturação do fruto, deve
ter em consideração a data prevista para a
colheita. As formulações comercializadas
apresentam diferentes intervalos de segurança
que têm de ser respeitados para a segurança
dos consumidores.
A data da colheita deve ser determinada em
função do destino da azeitona (azeitona de
mesa ou azeite), da queda natural (elevada
em ‘Azeitoneira’ e ‘Blanqueta de Elvas’),
do teor de gordura acumulada e dos riscos
climáticos e fitossanitários decorrentes de
manter os frutos na árvore.
A colheita da azeitona de mesa, tradicionalmente,
realiza-se com a azeitona no estado
verde. Na atualidade, tem boa aceitação a
azeitona mista e a azeitona negra (‘Galega vulgar’).
Importante é a obtenção de frutos com
qualidade sanitária, isentos de mosca. Para
além disso, os frutos devem apresentar rigidez
de polpa, o que favorece a conservação.
Na colheita da azeitona para azeite, a data
condiciona as características físico-químicas
e organoléticas do azeite, obtendo-se os
azeites mais frutados, aromáticos e verdes
no início da maturação e azeites mais doces
e amarelados no final da maturação. A qualidade
do azeite é determinada na oliveira,
mas está condicionada, ainda no campo,
pelo método de colheita e pelo transporte até
ao lagar. Aqui, a qualidade está condicionada
pelo armazenamento da azeitona até à laboração,
o método de extração do azeite, os
cuidados na sua conservação no lagar e por
toda a cadeia de comercialização.
António Manuel Cordeiro,
Carla Sofia França Inês
INIAV, I.P.
Bibliografia
Inês, C. 2016. Variedades de Olivo: Caracterización
de los Primeros Estadios del Desarrollo
Vegetativo y Reproductivo y Caracterización
Agronómica. Tese de Doutoramento. Universidade
de Extremadura, Espanha.
Cordeiro, A.M.; Inês, C.; Morais, N. 2014. Principais
Cultivares de Oliveira Existentes
em Portugal, pp. 44-54. In: Boas Práticas no
Olival e no Lagar. Coordenador Científico P.
Jordão. Editor: INIAV, I.P. (ISBN: 978-972-
579-041-0).
Cordeiro, A.M.; Calado, M.L.; Morais, N. 2013.
As variedades de oliveira. In: O Grande Livro
da Oliveira e do Azeite. Portugal Oleícola, p.
174-187. Coordenador: J. Böhm. Ed. Dinalivro
editora, Lisboa (ISBN: 978-972-576-
620-0).
Cordeiro A.M.; Ramos, A.; Martins, P.; Matias,
H.; Rogado, B.; Silva, M. e Calado, L.- 2002.
Épocas de floração de variedades de oliveira
em diferentes regiões olivícolas. Melhoramento,
38:215-222.
Figura 5 – Competição entre frutos ao
endurecimento do endocarpo (foto de
A.M. Cordeiro).
