{"id":18162,"date":"2021-09-20T10:06:50","date_gmt":"2021-09-20T13:06:50","guid":{"rendered":"https:\/\/olivopampa.com.br\/?page_id=18162"},"modified":"2023-09-05T16:31:00","modified_gmt":"2023-09-05T19:31:00","slug":"doencas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/olivopampa.com.br\/?page_id=18162","title":{"rendered":"Principais Doen\u00e7as da Oliveira"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Com o intuito de ilustrar as pessoas interessadas, inclu\u00edmos algumas considera\u00e7\u00f5es acerca das principais doen\u00e7as da oliveira.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong> Olho de Pav\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Nome cientifico: <em><strong>Spilocaea oleaginum\/Fusicladium oleaginum<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<p>Fungo Hifomiceto denominado <strong><em>Cycloconium oleaginum<\/em><\/strong> Este fungo se desenvolve na cut\u00edcula dos tecidos formando um trama de hifas das quais emergem conidi\u00f3foros simples de aspecto globoso-ampuliformes as quais produzem esporas assexuais ou con\u00eddios que se dispersam pelas gotas de chuva em sentido descendente, nas arvores.<\/p>\n\n\n\n<p>o sintoma ocorre na parte superior das folhas onde sao apreciadas manchas circulares de tamanho vari\u00e1vel e de cor marrom oscuro a negro, frecuentemente com um halo amarelo. As les\u00f5es tamb\u00e9m ocorrem no nervo central da folha e no ped\u00fanculo do fruto o que origina a queda dos mesmos. O sintoma do fruto \u00e9 de manchas  e deformidades pois o crescimento \u00e9 menor nas partes afetadas..<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/olivopampa.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fusicladium-oleagineum-infetando-cv.-Frantoio-IMG-1547-768x1024.jpg\" alt=\"Repilo afetando cv. Frantoio.\" class=\"wp-image-18139\" srcset=\"https:\/\/olivopampa.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fusicladium-oleagineum-infetando-cv.-Frantoio-IMG-1547-768x1024.jpg 768w, https:\/\/olivopampa.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fusicladium-oleagineum-infetando-cv.-Frantoio-IMG-1547-225x300.jpg 225w, https:\/\/olivopampa.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fusicladium-oleagineum-infetando-cv.-Frantoio-IMG-1547-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/olivopampa.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fusicladium-oleagineum-infetando-cv.-Frantoio-IMG-1547-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/olivopampa.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Fusicladium-oleagineum-infetando-cv.-Frantoio-IMG-1547-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A especia \u00e9 conhecida por ser somente pat\u00f3geno da oliveira, embora em algumas regi\u00f5es do mediterr\u00e2neo, ha descri\u00e7\u00e3o de ter infetado Ligustrum e carvalho. Trata-se da doen\u00e7a mais comum do olival no mundo. No Brasil esta doen\u00e7a pode se considerar epid\u00eamica requerendo muita aten\u00e7\u00e3o para seu controle oportuno, especialmente nos <strong>periodos de maior incidencia e dispers\u00e3o: Outono e Primavera.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O dano deste fungo \u00e9 defolia\u00e7\u00e3o o que ocasiona um debilitamiento progressivo das arvores.<\/p>\n\n\n\n<p>Menejo e Controle<\/p>\n\n\n\n<p>Podar para airear bem as copas da arvores.<\/p>\n\n\n\n<p>Utilizar fungicidas preventivos e curativos oportunamente. Sempre conferir bem se o fito f\u00e1rmaco a ser utilizado, possui ou nao registro na cultura. Muitos dos fungicidas, embora com registros para oliveira, fora do Brasil, ainda nao possuem registros no MAPA, por se tratar de uma cultura denominada &#8220;menor&#8221;  Ou &#8220;minor crop&#8221;(de pouco interesse para as empresas fornecedoras), em rela\u00e7\u00e3o as culturas mais relevantes para o mercado de fito f\u00e1rmacos presentes no Brasil.  <\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Antracnose<\/h2>\n\n\n\n<p>Nome comum  &#8221; Azeitona Jabonosa &#8220;, &#8220;Lebbra&#8221; (Italia) ou Gaffa (Portugal)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(<\/strong><strong><em>Colletotrihum gloesporiodes ou Colletotricum acutatum<\/em><\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma amea\u00e7a a qualidade do azeite<\/strong>!<\/p>\n\n\n\n<p>Denomina\u00e7\u00e3o dada a alguns fungos da classe <strong><em>Ascomicetes<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estes fungos ocasionam podrid\u00f5es, perda de peso e queda dram\u00e1tica na qualidade dos azeites produzidos: alta acidez e defeitos organol\u00e9pticos.<\/p>\n\n\n\n<p>A antracnose est\u00e1 se revelando como <strong>um dos principias fatores limitantes da qualidade dos azeites produzidos no Brasil. <\/strong>Tamb\u00e9m conhecida com os nomes de \u201c lebbra\u201d (Italiano), \u201caceituna jabonosa\u201d ou azeitona \u201csabonosa\u201d, etc.; est\u00e1 presente na maioria dos pa\u00edses onde se cultiva a oliveira sendo particularmente agressiva nos climas \u00famidos.\u00a0 Sua incid\u00eancia varia segundo a susceptibilidade varietal, condi\u00e7\u00f5es de clima favor\u00e1veis e a virul\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente esta doen\u00e7a foi denominada como <em>Gloeosporium olivarum<\/em> reclassificada posteriormente por Von Arx como <em>Colletothricum gloeosporioides<\/em>. Recentemente o infestante foi detectada uma nova esp\u00e9cie ligeiramente diferente: <em>Colletothricum acutatum <\/em>que apresenta as conidias pouco mais agudas que as da esp\u00e9cie Gloeosporiodes.<\/p>\n\n\n\n<p>N. Ianotta et al da Accademia Nazionale dell\u2019 Olivo e dell\u2019 Olio. Spoleto, Italia; relatam que esta doen\u00e7a e muito importante e presente na regi\u00e3o meridional da It\u00e1lia: Cal\u00e1bria e Sic\u00edlia. A doen\u00e7a se manifesta diferentemente de acordo ao clima presente a cada ano. Regredindo nos anos secos. Os maiores sintomas ocorrem nas regi\u00f5es planas e nos fundos dos vales, onde h\u00e1 maior umidade. Folhas severamente infectadas manifestam uma clorose aguda como consequ\u00eancia de infe\u00e7\u00f5es que ocorrem desde o final de inverno at\u00e9 in\u00edcio da primavera.<\/p>\n\n\n\n<p> No Rio Grande do Sul esta doen\u00e7a esta muito presente, consequ\u00eancia do clima temperado- \u00famido, decorrente da alta umidade e condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sintomas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Podrid\u00e3o, mumifica\u00e7\u00e3o das azeitonas\/frutos; desseca\u00e7\u00e3o e queda de folias. A doen\u00e7a e mais evidente no per\u00edodo do envero (final do ver\u00e3o), o seja no processo de mudan\u00e7a de cor quando os frutos est\u00e3o madurando. Ocorrem les\u00f5es necr\u00f3ticas, deprimidas e redondeadas, ocasionando podrid\u00f5es parciais ou totais das azeitonas. Os frutos podres sofrem um processo de desidrata\u00e7\u00e3o. &nbsp;No fruto, a doen\u00e7a pode aparecer em qualquer parte, mas tende a prevalecer na parte apical pois \u00e9 a regi\u00e3o do fruto onde fica a umidade localizada por mais tempo. As azeitonas muito afetadas presentam necrose em todo o fruto. Tamb\u00e9m ocorre que os ped\u00fanculos da fruta sofrem infesta\u00e7\u00e3o do fungo, ocasionando a queda deles. A doen\u00e7a afeita os frutos em forma de an\u00e9is conc\u00eantricos onde e produzida uma substancia gelatinosa de cor roxo-laranja que posteriormente se torna parda. De ali o nome de azeitona \u201csabonosa\u201d. Um outro s\u00edndrome e o dessecamento das ramas e a queda de folhas que ocorre em decorr\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o de toxinas respons\u00e1veis da de folia\u00e7\u00e3o de ramos afetadas. Ocorre uma de-folia\u00e7\u00e3o, desseca\u00e7\u00e3o e morte apical das ramas o que ocasiona debilidade nas arvores afetadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>Epidemiologia<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O ciclo vital do <strong><em>Colletothricum spp<\/em><\/strong>. sobre a oliveira n\u00e3o est\u00e1 totalmente conhecido (Antonio Trapero &amp; Miguel Angel Blanco. \u201cEl Cultivo del Olivo pagina 630, Capitulo Enfermedades 2008\u201d). H\u00e1 certas diverg\u00eancias sobre a forma de propaga\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a:<\/p>\n\n\n\n<p>Mateo Sagasta (1968) indicou que o fungo pode sobreviver desde o inverno at\u00e9 o seguinte outono, nas azeitonas mumificadas que caem ao solo. Estas passam a ser a fonte de inoculo prim\u00e1rio para as infe\u00e7\u00f5es futuras. Outros pesquisadores como Tjamos, et al. (1993) consideram que o fungo sobrevive nos frutos mumificados sobreviventes na arvore. Os frutos que caem ao solo e n\u00e3o s\u00e3o recolhidos, s\u00e3o destru\u00eddos pelos insetos, p\u00e1ssaros ou outros invasores secund\u00e1rios, ou enterrados durante os tratos culturais. Assim eles n\u00e3o participam na gera\u00e7\u00e3o de novo inoculo. Nesta segunda hip\u00f3tese, o fungo poderia prevalecer nas folhas, latente, at\u00e9 o final da primavera ou princ\u00edpios de ver\u00e3o, originando infe\u00e7\u00f5es nos frutos jovens, como ocorre em outras manifesta\u00e7\u00f5es da doen\u00e7a em outras esp\u00e9cies de frutais. Estudos recentes na Espanha concluem que as infloresc\u00eancias e ramas podem ser infestadas ocasionando necrose nas flores e na redu\u00e7\u00e3o da \u201cpegada\u201d floral, n\u00e3o se desenvolvendo a s\u00edndrome de desseca\u00e7\u00e3o das folhas e ramas o que somente ocorre em ramas onde os frutos foram atacados e devido a toxinas produzidas pelo pat\u00f3geno nos frutos afetados (Moral et al. 2007).<\/p>\n\n\n\n<p>Nas regi\u00f5es onde a doen\u00e7a se manifesta nas folhas e ramos, como no sul da It\u00e1lia, o fungo sobrevive nos ramos infectados e pode produzir inoculo durante tudo o ano. (este e um fato que ocorre no Brasil). Trapero e Blanco descartam que os asc\u00f3sporos procedentes da reprodu\u00e7\u00e3o sexual do fungo, sejam fonte de inoculo ao serem dispersados com facilidade pelo vento. Pois n\u00e3o foram observados est\u00e1dios sexuais em condi\u00e7\u00f5es naturais nas esp\u00e9cies: <strong><em>Glomerella cingulata<\/em><\/strong> ou da <strong><em>Glomerella acutatum.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201c Similar ao \u201c Repilo\u201d, esta doen\u00e7a e totalmente dependente da alta umidade. A esporula\u00e7\u00e3o requer uma umidade elevada (&gt;90%) para ocorrer. A chuva e necess\u00e1ria para separar as conidias da massa gelatinosa dos ac\u00e9rvulos e sua dispers\u00e3o nas gotas de agua. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio que exista agua libre (chuva, orvalho) na superf\u00edcie dos frutos para que germinem as conidias. O fungo penetra nos frutos intactos ou nas feridas de outros agentes com insetos, etc.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>Manejo e Controle<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E importante adotar t\u00e1ticas de controle integrado como m\u00e9dio eficaz de controle.<\/p>\n\n\n\n<p>Para tornar o manejo e controle efetivo, e necess\u00e1rio adotar medidas que favore\u00e7am a ventila\u00e7\u00e3o das arvores como podas bem executadas.<\/p>\n\n\n\n<p>As planta\u00e7\u00f5es realizadas a altas densidades em regi\u00f5es \u00famidas favorecem a dispers\u00e3o da doen\u00e7a assim como aduba\u00e7\u00e3o desequilibrada com excesso de Nitrog\u00eanio.&nbsp; (Roca et al., 2005; Trapero,2003).<\/p>\n\n\n\n<p>A elimina\u00e7\u00e3o dos frutos mumificados e adiantar a colheita e tamb\u00e9m e uma pratica desej\u00e1vel. <strong>Moral &amp; Trapero tamb\u00e9m sugerem uma adequada aduba\u00e7\u00e3o com c\u00e1lcio para diminuir a incid\u00eancia da doen\u00e7a. &nbsp;A defici\u00eancia de C\u00e1lcio e comum nas planta\u00e7\u00f5es do Brasil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Controle.- Fungicidas c\u00fapricos e alguns fungicidas org\u00e2nicos sist\u00eamicos como os Triazois, Stobilurinas, etc. s\u00e3o comuns. Observar o m\u00e1ximo cuidado nas aplica\u00e7\u00f5es no per\u00edodo de pre-colheita para respeitando os periodos de carencia dos fungicidas para evitar res\u00edduos nos azeites produzidos. Alguns destes tratamentos s\u00e3o tamb\u00e9m recomendados para o controle do Repilo. Os fungicidas c\u00fapricos t\u00eam o efeito adicional de neutralizar as toxinas geradas pelo pat\u00f3geno.<\/p>\n\n\n\n<p>Particular aten\u00e7\u00e3o devera se ter para evitar o uso maci\u00e7o de fungicidas de uma mesma fam\u00edlia e ou modo de a\u00e7\u00e3o para evitar a cria\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia dos fungos aos fungicidas utilizados.<\/p>\n\n\n\n<p>Moral e Trapero, classificaram e dividiram alguns cultivares de oliveira pela sua susceptibilidade a doen\u00e7a em tr\u00eas categorias:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Altamente suscept\u00edveis: <strong><em>&nbsp;Hojiblanca, Lechin de Sevilla, Manzanilla de Sevilla,<\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Moderadamente suscept\u00edveis: <strong><em>Arbequina, Arbosana;<\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Resistentes: <strong><em>Frantoio, Koroneiki, Leccino, Picual;<\/em><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong><u>Bibliografia:<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Trapero, A. M. A Blanco. \u201cEnfermedades\u201d Diego Barranco, Ricardo Fernandez-Escobar, Luis Rallo. Madrid. El Cultivo del Olivo. 6ta edicion revisada. Co-edicion Junta de Andalucia e Mundi- Prensa Espanha 2008. Paginas: 595-656;<\/li>\n\n\n\n<li>Maria Grompone, Jose Villamil. Aceites de Oliva de la Planta al consumidor. Editorial hemisf\u00e9rio sur e INIA , Uruguay.<\/li>\n\n\n\n<li>N. Ianotta, G. Loconsole et al. Accademia Nazionale dell\u2019 Olivo.&nbsp; Spoleto. Collana divulgativa dell\u2019 Accademia. Volume XIII.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/apsjournals.apsnet.org\/doi\/pdf\/10.1094\/PHYTO-99-5-0548\">https:\/\/apsjournals.apsnet.org\/doi\/pdf\/10.1094\/PHYTO-99-5-0548<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o intuito de ilustrar as pessoas interessadas, inclu\u00edmos algumas considera\u00e7\u00f5es acerca das principais doen\u00e7as da oliveira. 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